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		<title>Caixa prepara pagamento do lucro do FGTS de 2026; depósitos podem ser antecipados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sintralavsp]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 13:06:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal fará, até o dia 31 de agosto, a distribuição do lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aos trabalhadores que possuíam saldo em contas vinculadas ao fundo em 31 de dezembro de 2025. Os valores correspondem aos resultados obtidos pelo FGTS no ano passado e podem ultrapassar R$ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Econômica Federal fará, até o dia 31 de agosto, a distribuição do lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aos trabalhadores que possuíam saldo em contas vinculadas ao fundo em 31 de dezembro de 2025. Os valores correspondem aos resultados obtidos pelo FGTS no ano passado e podem ultrapassar R$ 14,2 bilhões, segundo estimativa do Instituto Fundo de Garantia do Trabalhador (IFGT).</p>
<p>Pelo segundo ano consecutivo, a distribuição seguirá a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada em março de 2024, que determinou que a remuneração das contas do FGTS não poderá ser inferior à inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</p>
<p>O FGTS possui rendimento de 3% ao ano, acrescido da Taxa Referencial (TR), e desde 2017 passou a distribuir parte dos lucros obtidos pelo fundo. O STF considerou constitucional a correção pela TR, mas estabeleceu que o rendimento final do trabalhador deve, no mínimo, acompanhar a inflação, diferença que vem sendo compensada justamente com a distribuição dos lucros.</p>
<p>A previsão do IFGT é que o montante distribuído neste ano ultrapasse R$ 14,2 bilhões. Em 2024, o fundo registrou lucro de R$ 13,6 bilhões, dos quais R$ 12,92 bilhões — o equivalente a 95% do resultado — foram repassados aos trabalhadores.</p>
<p>Segundo Mario Avelino, presidente do IFGT, o patrimônio total investido no FGTS deve ter encerrado dezembro de 2025 em aproximadamente R$ 850 bilhões, crescimento de 10% em relação ao registrado em 2024. De acordo com ele, a alta é resultado do mercado formal de trabalho, que permanece aquecido.</p>
<p>O lucro referente ao exercício de 2025 ainda será oficialmente divulgado. O percentual que será distribuído será definido pelo Conselho Curador do FGTS, presidido pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. A próxima reunião do colegiado está marcada para o dia 26 de julho, quando será definido o índice que será aplicado sobre o saldo das contas.</p>
<p>Nos últimos anos, as propostas apresentadas pela Caixa Econômica Federal, responsável pela gestão do fundo, foram aprovadas por unanimidade pelo conselho. Em 2024, foram distribuídos R$ 15,2 bilhões, valor correspondente a 65% do lucro de R$ 23,4 bilhões obtido em 2023. Embora tenha sido o maior pagamento em valores absolutos desde o início da distribuição dos resultados, em 2017, o maior percentual de distribuição foi de 99%, registrado nos anos de 2022 e 2023.</p>
<p>A legislação determina que o pagamento seja realizado até 31 de agosto do ano seguinte ao da apuração dos resultados. No entanto, o Conselho Curador tem antecipado a autorização para os depósitos, o que pode fazer com que os valores sejam creditados já em julho ou no início de agosto.</p>
<p>Na última distribuição, foram beneficiados os titulares de 235 milhões de contas com saldo em 31 de dezembro de 2024. Com o repasse, a rentabilidade do FGTS alcançou 6,05%, índice 1,16 ponto percentual acima da inflação oficial de 2024, que foi de 4,83%.</p>
<p>Quem tem direito ao lucro do FGTS?</p>
<p>Recebem a distribuição os trabalhadores que possuíam saldo em contas vinculadas ao FGTS em 31 de dezembro de 2025. Em 2026, os pagamentos referem-se aos resultados obtidos pelo fundo durante o ano de 2025.</p>
<p>É possível sacar o lucro?</p>
<p>O lucro distribuído não pode ser retirado de forma isolada. O valor é incorporado ao saldo da conta do FGTS e somente poderá ser movimentado nas situações previstas em lei, como compra da casa própria, aposentadoria, demissão sem justa causa, doenças graves do trabalhador ou de seus dependentes e amortização de financiamento habitacional, entre outras hipóteses.</p>
<p>Como o pagamento é realizado?</p>
<p>A Caixa realiza o crédito automaticamente nas contas vinculadas ao FGTS. No extrato do trabalhador, o lançamento aparece identificado como “AC CRED DIST RESULTADO ANO BASE”, com o ano-base correspondente ao pagamento.</p>
<p>O que é o FGTS?</p>
<p>Criado em 1966, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço funciona como uma reserva financeira destinada à proteção do trabalhador em casos como demissão, aposentadoria e doenças. O fundo substituiu o antigo sistema de estabilidade no emprego dos trabalhadores formais.</p>
<p>Mensalmente, o empregador deposita o equivalente a 8% do salário do trabalhador contratado pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Além de atender aos trabalhadores, os recursos do FGTS também são destinados a programas de habitação, saneamento básico, infraestrutura urbana e operações de microcrédito administradas pela Caixa.</p>
<p>Como consultar o extrato do FGTS?</p>
<p>O saldo pode ser consultado pelo aplicativo FGTS ou nas agências da Caixa Econômica Federal. Como cada vínculo empregatício gera uma conta vinculada, o trabalhador deve verificar o saldo de todas elas para conhecer o valor total disponível.</p>
<p>Para acessar o extrato pelo aplicativo:</p>
<ul>
<li>Abra ou baixe o aplicativo FGTS. No primeiro acesso, será necessário criar uma senha. • Clique em “Entrar no aplicativo”. • Quando aparecer a mensagem “FGTS deseja usar caixa.gov.br para iniciar sessão”, selecione “Continuar”. • Informe o CPF e clique em “Próximo”. • Digite a senha e selecione “Entrar”. Caso necessário, utilize a opção “Recuperar senha”. • Na tela inicial serão exibidas as empresas nas quais o trabalhador possui contas vinculadas. • O saldo da empresa atual ou da última empresa aparece no topo da tela. Clique sobre ela para visualizar as movimentações. • Para salvar as informações, selecione “Gerar extrato PDF” e faça o download do documento. • Para consultar todas as contas, clique em “Ver todas suas contas” na página inicial. • Selecione cada empresa para visualizar o extrato e o saldo correspondente.</li>
</ul>
<p>Com informações: portal Folha de S.Paulo</p>
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		<title>Presidente do Sintralav Roberto Scalize é eleito secretário-geral da CSB São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sintralavsp]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 13:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[Conforme deliberado na última reunião da Executiva Nacional e da Direção Nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), realizada em maio, a central iniciou o processo de organização das diretorias provisórias de suas seccionais estaduais. A primeira seccional a ter sua nova composição definida foi a de São Paulo, uma das principais bases sindicais do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme deliberado na última reunião da Executiva Nacional e da Direção Nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), realizada em maio, a central iniciou o processo de organização das diretorias provisórias de suas seccionais estaduais. A primeira seccional a ter sua nova composição definida foi a de São Paulo, uma das principais bases sindicais do país.</p>
<p>A nova composição da CSB-SP foi definida na última quinta-feira (2), com Paulo de Oliveira, SEAAC de Presidente Prudente, na presidência.</p>
<p>O presidente do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores em Empresas de Lavanderia do Estado de São Paulo (SINTRALAV), Roberto Scalize, foi escolhido como secretário-geral da central estadual.</p>
<p>“Assumo essa tarefa com muita honra e com plena consciência do desafio. Nossa missão será organizar essa força, ampliar a presença regional, fortalecer o diálogo com as entidades e construir uma atuação cada vez mais próxima da realidade dos trabalhadores paulistas”, afirmou Scalize.</p>
<p>Para o presidente nacional da CSB, Antonio Neto, a reorganização da seccional paulista representa um passo importante para consolidar a presença da Central no estado e fortalecer a ação sindical nas bases.</p>
<p>“Quero registrar nosso reconhecimento ao trabalho liderado pelo companheiro Igor Tiago à frente da CSB São Paulo neste período. Sua dedicação ajudou a manter a Central organizada, presente e respeitada no estado. Agora, iniciamos uma nova etapa, sob a presidência do companheiro Paulo de Oliveira, com unidade, responsabilidade e compromisso com o crescimento da CSB. Desejo muito sucesso ao Paulo e a toda a nova direção”, afirmou Neto.</p>
<p>Conheça a nova diretoria da CSB São Paulo</p>
<p>Presidente:</p>
<p>Paulo de Oliveira (SEAAC de Presidente Prudente)</p>
<p>Vice-presidentes:</p>
<p>* Márcia Egea (Vestuário de Guarulhos)<br />
* Emerson Ronaldo Morresi (Fenati)<br />
* Aires Ribeiro (Federação dos Servidores Municipais)<br />
* Igor Tiago (Metalúrgicos de Itatiba)<br />
* Stael Kellen de Carvalho Barbosa (SEAAC de Jundiaí)<br />
* Luiz Carlos Cremasco (SITIPLESP)<br />
* Jotalune Dias dos Santos (Rurais Assalariados)<br />
* Alfredo Ferreira de Souza (CONAMM)<br />
* Nadir Donizeti Peliceri da Silva (ACS de São José do Rio Preto)<br />
* Rosimei Aparecida Martins (Vestuário de Barueri)</p>
<p>Demais cargos:</p>
<p>* Finanças: Lázaro José Eugênio Pinto (SEAAC de Bauru)<br />
* Secretário-Geral: Roberto Scalize (Lavanderias de São Paulo)<br />
* Secretário-Geral Adjunto: Paulo Lopes (Sindiemprol)<br />
* Secretária da Mulher: Sandra Bueno (Sindpd)<br />
* Secretária de Comunicação: Raquel Cuesta (Servidores de Bauru)<br />
* Secretário de Mobilização e Organização: Rodrigo Alves de Oliveira (Movimentação de Mercadorias)</p>
<p>Coordenadorias regionais:</p>
<p>* Baixada Santista e Litoral: Mara Valéria, dos Servidores de São Vicente.<br />
* Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira: Portela, do Vestuário de São José dos Campos.<br />
* Região de Campinas e Circuito das Águas: Marcos Cara, da Casa do Trabalhador de Campinas.<br />
* Sorocaba, Itapetininga e Sudoeste Paulista: Cleber Brisola, da Movimentação de Mercadorias.<br />
* Piracicaba, Limeira, Rio Claro e Araras: Edson Rondini, da Movimentação de Mercadorias de Piracicaba.<br />
* Ribeirão Preto, Franca e Alta Mogiana: Rafael, dos Servidores de Pontal.<br />
* São José do Rio Preto, Araçatuba e Noroeste: Mauro José, dos Servidores de Araçatuba.<br />
* Bauru, Marília, Presidente Prudente e Centro-Oeste Paulista: Edson Pereira da Silva, do SECMESP.<br />
* ABC Paulista: José Carlos Pereira da Silva, do Sitiplesp.</p>
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		<title>Dinheiro preocupa 42% dos brasileiros e afeta saúde mental e trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sintralavsp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:17:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As dificuldades para pagar as contas, formar uma reserva de emergência e enfrentar despesas inesperadas colocaram o dinheiro no topo das preocupações dos brasileiros. Pesquisa realizada pela Onze em parceria com a Icatu Seguros mostra que 42% dos entrevistados consideram as finanças sua maior fonte de inquietação. O percentual supera as preocupações com saúde, mencionada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As dificuldades para pagar as contas, formar uma reserva de emergência e enfrentar despesas inesperadas colocaram o dinheiro no topo das preocupações dos brasileiros. Pesquisa realizada pela Onze em parceria com a Icatu Seguros mostra que 42% dos entrevistados consideram as finanças sua maior fonte de inquietação.</p>
<p>O percentual supera as preocupações com saúde, mencionada por 22% dos participantes, família, com 15%, violência, com 10%, política, com 6%, e trabalho, citado por 5%.</p>
<p>O levantamento ouviu 8.391 pessoas entre 26 de maio e 1º de junho. Participaram trabalhadores com carteira assinada, microempreendedores individuais, servidores públicos, empresários, aposentados e pessoas desempregadas.</p>
<p>Os resultados mostram que a insegurança financeira não se limita ao orçamento doméstico. Para 72% dos entrevistados, as preocupações com dinheiro comprometem a saúde mental e emocional, além da qualidade de vida.</p>
<p>Maioria não possui reserva para despesas inesperadas</p>
<p>A falta de recursos para situações emergenciais aparece como um dos principais problemas identificados pela pesquisa. Entre os entrevistados, 56% disseram não possuir reserva de emergência. Outros 15% estão sem qualquer reserva e ainda acumulam dívidas.</p>
<p>O receio de não ter dinheiro para enfrentar problemas de saúde, acidentes ou ajudar familiares e amigos foi mencionado por 58% dos participantes. A dificuldade para pagar as contas mensais aparece em seguida, com 33%.</p>
<p>Garantir melhores condições futuras para os filhos preocupa 25% dos entrevistados, enquanto 22% apontam como prioridade quitar dívidas ou retirar o nome dos cadastros de inadimplência.</p>
<p>O levantamento também mostra que 53% dos participantes enfrentam uma situação financeira mais crítica. Dentro desse grupo, 27% estão endividados ou com o nome negativado, enquanto 26% afirmam que a renda não cobre todas as despesas mensais.</p>
<p>Outros 20% conseguem pagar apenas os gastos básicos. Somente 6% afirmaram que, além de cobrir as despesas, conseguem guardar algum dinheiro.</p>
<p>Cartão de crédito concentra maior parte das dívidas</p>
<p>O cartão de crédito, considerando faturas abertas e compras parceladas, foi citado por aproximadamente 60% das pessoas que possuem dívidas. Na sequência aparecem os empréstimos pessoais, mencionados por 30%, e o crédito consignado, incluindo o Crédito do Trabalhador, com 26%.</p>
<p>Para 45% dos entrevistados, a contratação de crédito ocorre para completar o orçamento e pagar despesas básicas, como alimentação e contas domésticas.</p>
<p>Outros 23% recorrem a empréstimos diante de imprevistos, como tratamentos de saúde e consertos. Já 13% utilizam novos créditos para renegociar dívidas anteriores ou tentar regularizar a situação financeira.</p>
<p>Responsabilidade familiar aumenta pressão sobre a renda</p>
<p>A pesquisa indica que 78% dos participantes possuem pelo menos uma pessoa que depende total ou parcialmente de sua renda. Esse compromisso ajuda a explicar por que emergências, despesas mensais e futuro dos filhos ocupam posição de destaque entre as preocupações.</p>
<p>Ao mesmo tempo, 63% não contam com instrumentos de proteção financeira para situações como morte ou invalidez. A busca por orientação especializada também é baixa: 89% nunca procuraram consultoria para organizar o orçamento ou enfrentar o endividamento.</p>
<p>A educação financeira dentro de casa representa outro desafio. Mais da metade dos entrevistados, 53%, afirmou que raramente conversa ou conversava sobre dinheiro com familiares, incluindo diálogos entre responsáveis, crianças e adolescentes.</p>
<p>Ansiedade e insônia são principais efeitos do estresse financeiro</p>
<p>Entre as pessoas que percebem impactos das finanças sobre o bem-estar, 65% afirmaram ter desenvolvido ansiedade relacionada ao dinheiro. A insônia foi mencionada por 53%.</p>
<p>Problemas nos relacionamentos com amigos, familiares ou parceiros aparecem em 19% das respostas, enquanto 18% relataram depressão. Compulsão alimentar foi citada por 12%, e 8% relacionaram as preocupações financeiras ao burnout. O mesmo percentual mencionou algum tipo de vício, como bebidas ou jogos.</p>
<p>Além dos 72% que identificam prejuízos à saúde mental ou emocional, 9% disseram que as dificuldades financeiras também afetam sua saúde física. Os demais 19% afirmaram não perceber impactos ou não souberam avaliar.</p>
<p>Preocupações financeiras afetam o ambiente de trabalho</p>
<p>Os impactos chegam ainda à rotina profissional. Cerca de 69% dos entrevistados acreditam que seriam mais felizes e produtivos caso alcançassem estabilidade por meio de planejamento financeiro e melhor organização das dívidas.</p>
<p>Henrique Diniz avalia que o medo de perder o emprego pode intensificar a insegurança e prejudicar a produtividade.</p>
<p>“Os RHs não têm que ter tabu de discutir saúde financeira. Levar informação e produtos de proteção financeira facilita o planejamento das pessoas e ajuda a reduzir essas preocupações”, defende o especialista.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Presidente do Sintralav Roberto Scalize é eleito secretário-geral da CSB São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:01:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conforme deliberado na última reunião da Executiva Nacional e da Direção Nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), realizada em maio, a central iniciou o processo de organização das diretorias provisórias de suas seccionais estaduais. A primeira seccional a ter sua nova composição definida foi a de São Paulo, uma das principais bases sindicais do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme deliberado na última reunião da Executiva Nacional e da Direção Nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), realizada em maio, a central iniciou o processo de organização das diretorias provisórias de suas seccionais estaduais. A primeira seccional a ter sua nova composição definida foi a de São Paulo, uma das principais bases sindicais do país.</p>
<p>A nova composição da CSB-SP foi definida na última quinta-feira (2), com Paulo de Oliveira, SEAAC de Presidente Prudente, na presidência.</p>
<p>O presidente do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores em Empresas de Lavanderia do Estado de São Paulo (SINTRALAV), Roberto Scalize, foi escolhido como secretário-geral da central estadual.</p>
<p>“Assumo essa tarefa com muita honra e com plena consciência do desafio. Nossa missão será organizar essa força, ampliar a presença regional, fortalecer o diálogo com as entidades e construir uma atuação cada vez mais próxima da realidade dos trabalhadores paulistas”, afirmou Scalize.</p>
<p>Para o presidente nacional da CSB, Antonio Neto, a reorganização da seccional paulista representa um passo importante para consolidar a presença da Central no estado e fortalecer a ação sindical nas bases.</p>
<p>“Quero registrar nosso reconhecimento ao trabalho liderado pelo companheiro Igor Tiago à frente da CSB São Paulo neste período. Sua dedicação ajudou a manter a Central organizada, presente e respeitada no estado. Agora, iniciamos uma nova etapa, sob a presidência do companheiro Paulo de Oliveira, com unidade, responsabilidade e compromisso com o crescimento da CSB. Desejo muito sucesso ao Paulo e a toda a nova direção”, afirmou Neto.</p>
<p>Conheça a nova diretoria da CSB São Paulo</p>
<p>Presidente:</p>
<p>Paulo de Oliveira (SEAAC de Presidente Prudente)</p>
<p>Vice-presidentes:</p>
<p>* Márcia Egea (Vestuário de Guarulhos)<br />
* Emerson Ronaldo Morresi (Fenati)<br />
* Aires Ribeiro (Federação dos Servidores Municipais)<br />
* Igor Tiago (Metalúrgicos de Itatiba)<br />
* Stael Kellen de Carvalho Barbosa (SEAAC de Jundiaí)<br />
* Luiz Carlos Cremasco (SITIPLESP)<br />
* Jotalune Dias dos Santos (Rurais Assalariados)<br />
* Alfredo Ferreira de Souza (CONAMM)<br />
* Nadir Donizeti Peliceri da Silva (ACS de São José do Rio Preto)<br />
* Rosimei Aparecida Martins (Vestuário de Barueri)</p>
<p>Demais cargos:</p>
<p>* Finanças: Lázaro José Eugênio Pinto (SEAAC de Bauru)<br />
* Secretário-Geral: Roberto Scalize (Lavanderias de São Paulo)<br />
* Secretário-Geral Adjunto: Paulo Lopes (Sindiemprol)<br />
* Secretária da Mulher: Sandra Bueno (Sindpd)<br />
* Secretária de Comunicação: Raquel Cuesta (Servidores de Bauru)<br />
* Secretário de Mobilização e Organização: Rodrigo Alves de Oliveira (Movimentação de Mercadorias)</p>
<p>Coordenadorias regionais:</p>
<p>* Baixada Santista e Litoral: Mara Valéria, dos Servidores de São Vicente.<br />
* Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira: Portela, do Vestuário de São José dos Campos.<br />
* Região de Campinas e Circuito das Águas: Marcos Cara, da Casa do Trabalhador de Campinas.<br />
* Sorocaba, Itapetininga e Sudoeste Paulista: Cleber Brisola, da Movimentação de Mercadorias.<br />
* Piracicaba, Limeira, Rio Claro e Araras: Edson Rondini, da Movimentação de Mercadorias de Piracicaba.<br />
* Ribeirão Preto, Franca e Alta Mogiana: Rafael, dos Servidores de Pontal.<br />
* São José do Rio Preto, Araçatuba e Noroeste: Mauro José, dos Servidores de Araçatuba.<br />
* Bauru, Marília, Presidente Prudente e Centro-Oeste Paulista: Edson Pereira da Silva, do SECMESP.<br />
* ABC Paulista: José Carlos Pereira da Silva, do Sitiplesp.</p>
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		<title>Empresa indenizará trabalhadora vítima de homofobia e ameaças no WhatsApp</title>
		<link>https://sintralav.org.br/2026/07/06/empresa-indenizara-trabalhadora-vitima-de-homofobia-e-ameacas-no-whatsapp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[sintralavsp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:09:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A rede Assaí Atacadista foi condenada a pagar R$ 20 mil por danos morais a uma ex-funcionária que sofreu ofensas homofóbicas e ameaças feitas por colegas de trabalho em um grupo de WhatsApp. O caso ocorreu em uma unidade localizada no Espírito Santo. A condenação foi determinada pela 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A rede Assaí Atacadista foi condenada a pagar R$ 20 mil por danos morais a uma ex-funcionária que sofreu ofensas homofóbicas e ameaças feitas por colegas de trabalho em um grupo de WhatsApp. O caso ocorreu em uma unidade localizada no Espírito Santo.</p>
<p>A condenação foi determinada pela 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (TRT-17). Para os desembargadores, a empresa não adotou providências suficientes após ser comunicada sobre a violência sofrida pela trabalhadora.</p>
<p>De acordo com o processo, a funcionária tomou conhecimento de mensagens discriminatórias e ameaçadoras enviadas por WhatsApp e registrou um boletim de ocorrência. Ela também procurou a direção da empresa para denunciar o caso e solicitar medidas de proteção.</p>
<p>Em depoimento, a trabalhadora relatou que informou a chefia sobre a situação, mas teria sido comunicada de que a rede não adotaria nenhuma providência. A orientação recebida teria sido para que ela buscasse seus direitos por outros meios.</p>
<p>Empresa não comprovou investigação ou punição dos envolvidos</p>
<p>Durante o processo, o supermercado alegou que realizou reuniões e orientações internas depois de tomar conhecimento das mensagens. No entanto, segundo a decisão, não foram apresentadas provas de uma investigação formal, da aplicação de punições disciplinares ou da adoção de medidas efetivas para proteger a funcionária.</p>
<p>Para a Justiça do Trabalho, a ausência de providências concretas contribuiu para a manutenção de um ambiente profissional hostil.</p>
<p>A relatora do processo, desembargadora Wanda Lúcia Costa Leite França Decuzzi, ressaltou que a responsabilidade do empregador pela segurança e pela dignidade dos trabalhadores não está limitada ao espaço físico da empresa.</p>
<p>“A conduta da reclamada, ao se omitir, validou e perpetuou a violência sofrida pela autora, tornando o ambiente de trabalho insuportável e hostil. O dano moral, em casos de discriminação e ameaça, é in re ipsa, ou seja, prescinde de prova do sofrimento, pois a violação da dignidade humana é presumida”, afirmou.</p>
<p>Omissão patronal resultou em indenização de R$ 20 mil</p>
<p>Para a 1ª Turma do TRT-17, a falta de uma resposta adequada por parte da rede contribuiu para perpetuar um ambiente de trabalho intolerável e discriminatório.</p>
<p>Com esse entendimento, o colegiado condenou o Assaí Atacadista ao pagamento de R$ 20 mil de indenização por danos morais à ex-funcionária.</p>
<p>A rede foi procurada para comentar a decisão, mas não havia se manifestado. As datas em que ocorreram as agressões e em que foi proferida a condenação não foram informadas.</p>
<p>Com informações: portal G1</p>
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		<title>Fim da escala 6×1: centrais se reúnem com lideranças do Senado e pressionam por tramitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sintralavsp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 14:27:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (1), centrais sindicais se reuniram com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Otto Alencar (PSD-BA), e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), iniciando o dia de articulação política pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada de trabalho. O encontro teve como principal objetivo pressionar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (1), centrais sindicais se reuniram com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Otto Alencar (PSD-BA), e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), iniciando o dia de articulação política pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada de trabalho.</p>
<p>O encontro teve como principal objetivo pressionar o presidente da Casa para que dê início à tramitação da PEC 221/2019 e estabeleça um ritmo que garanta que a proposta seja votado no Plenário o quanto antes. Além das conversas de hoje em Brasília, sindicatos e centrais têm procurado senadores representantes de seus estados para ampliar o apoio à mudança na jornada.</p>
<p>A CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) foi representada por Antonio Neto na reunião, que lembrou aos senadores que a proposta foi aprovada por maioria esmagadora na Câmara em alinhamento aos anseios da população, uma vez que diversas pesquisas já mostraram apoio de mais de 70% da sociedade ao fim da escala 6×1 e à redução da jornada de trabalho sem redução salarial.</p>
<p>Também participaram da reunião a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE); os deputados federais Érika Hilton (PSOL-SP) e Reginaldo Lopes (PT-MG); e o senador Paulo Paim (PT-RS), responsável pela organização da próxima agenda do dia, uma audiência pública que deverá discutir os próximos passos da PEC. Em fala para a imprensa, Paim afirmou estar confiante de que após o debate de hoje a pauta seja encaminhada à CCJ.</p>
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		<title>Cresce ocupação de trabalhadores com mais de 60 anos; informalidade preocupa</title>
		<link>https://sintralav.org.br/2026/06/29/cresce-ocupacao-de-trabalhadores-com-mais-de-60-anos-informalidade-preocupa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[sintralavsp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:25:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de brasileiros com 60 anos ou mais inseridos no mercado de trabalho avançou de forma significativa na última década. Apesar de o crescimento indicar maior participação desse grupo nas atividades econômicas, os dados também revelam um cenário marcado pela informalidade e pela necessidade de permanência no trabalho mesmo após a idade tradicional de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de brasileiros com 60 anos ou mais inseridos no mercado de trabalho avançou de forma significativa na última década. Apesar de o crescimento indicar maior participação desse grupo nas atividades econômicas, os dados também revelam um cenário marcado pela informalidade e pela necessidade de permanência no trabalho mesmo após a idade tradicional de aposentadoria.</p>
<p>Levantamento divulgado pela empresa de pesquisa e inteligência de dados Nexus mostra que a quantidade de trabalhadores com mais de 60 anos aumentou 53% entre 2016 e 2025. No mesmo período, a população idosa do país cresceu 37%, demonstrando que a presença desse público no mercado de trabalho avançou em velocidade superior ao processo de envelhecimento da sociedade brasileira.</p>
<p>Participação de idosos no mercado de trabalho atinge maior nível</p>
<p>Em 2016, o Brasil registrava cerca de 25,8 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Em 2025, esse contingente alcançou 35,2 milhões. A participação desse grupo na população total também aumentou, passando de 13% para 17%.</p>
<p>Paralelamente, o número de trabalhadores idosos subiu de 5,7 milhões para quase 8,8 milhões. Com isso, a taxa de ocupação entre pessoas dessa faixa etária atingiu 25% no fim de 2025, o maior percentual observado nos últimos dez anos. Em 2016, o índice era de 22%.</p>
<p>Os números mostram que a presença dos idosos no mercado de trabalho cresce em ritmo mais acelerado do que o próprio aumento dessa população no país.</p>
<p>Enquanto isso, a população brasileira como um todo apresentou crescimento de 5% no período analisado. Já o total de pessoas ocupadas aumentou 14,6%, alcançando aproximadamente 103 milhões de trabalhadores em 2025.</p>
<p>A ampliação da participação dos trabalhadores mais velhos pode ser interpretada demonstrando, por um lado, que muitos brasileiros mantêm capacidade produtiva e seguem ativos profissionalmente após os 60 anos.</p>
<p>Por outro, especialistas alertam para a possibilidade de que parte desse crescimento esteja relacionada à necessidade de complementar renda ou adiar a saída definitiva do mercado de trabalho. A situação se torna ainda mais sensível quando envolve pessoas em idades mais avançadas, que tradicionalmente estariam vivendo o período da aposentadoria.</p>
<p>Reforma da Previdência pode ter influenciado cenário</p>
<p>O estudo aponta que mudanças nas regras previdenciárias podem estar entre os fatores que contribuíram para o aumento da participação dos idosos no mercado de trabalho.</p>
<p>Com a reforma da Previdência implementada em 2019, foram estabelecidas novas exigências para aposentadoria, incluindo idade mínima e tempo de contribuição. As alterações ampliaram o período necessário de permanência no mercado para parte dos trabalhadores, o que pode ter impactado diretamente os índices observados nos últimos anos.</p>
<p>“A última reforma da Previdência subiu a idade mínima e também o tempo de contribuição, isso força as pessoas a trabalharem mais”, analisa o diretor executivo da Nexus, Marcelo Tokarski.</p>
<p>Informalidade afeta mais da metade dos trabalhadores 60+</p>
<p>O dado que mais chama atenção no levantamento é o elevado índice de informalidade entre os trabalhadores idosos.</p>
<p>Segundo a pesquisa, 53% das pessoas com mais de 60 anos ocupadas atuam em condições informais. O percentual supera o observado na população em geral, cuja taxa é de 38%, superior ao registrado entre jovens de 18 a 24 anos, que chega a 41%.</p>
<p>Essa condição reduz o acesso a direitos trabalhistas fundamentais, como férias remuneradas, décimo terceiro salário, recolhimento previdenciário e outras garantias previstas na legislação.</p>
<p>Com informações: portal Agência Brasil</p>
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		<title>Aumento da renda do trabalho no Brasil tira 10 milhões da pobreza e atinge patamar histórico</title>
		<link>https://sintralav.org.br/2026/06/25/aumento-da-renda-do-trabalho-no-brasil-tira-10-milhoes-da-pobreza-e-atinge-patamar-historico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[sintralavsp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:29:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A melhora da renda do trabalho e a ampliação das oportunidades de ocupação contribuíram para uma redução expressiva da pobreza nas principais regiões metropolitanas do Brasil. Entre 2021 e 2025, mais de 10 milhões de pessoas deixaram a condição de pobreza em 22 áreas metropolitanas monitoradas por estudo sobre desigualdade social e renda no país. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A melhora da renda do trabalho e a ampliação das oportunidades de ocupação contribuíram para uma redução expressiva da pobreza nas principais regiões metropolitanas do Brasil. Entre 2021 e 2025, mais de 10 milhões de pessoas deixaram a condição de pobreza em 22 áreas metropolitanas monitoradas por estudo sobre desigualdade social e renda no país.</p>
<p>Os dados apontam que a taxa de pobreza atingiu 18,4% em 2025, o menor índice registrado desde o início da série histórica analisada. O resultado marca o terceiro ano consecutivo de queda e evidencia a influência do mercado de trabalho na melhoria das condições de vida da população de menor renda.</p>
<p>De acordo com o levantamento, o principal fator responsável pela diminuição da pobreza foi o crescimento dos rendimentos obtidos por meio do trabalho. O aumento da ocupação e da geração de renda permitiu que famílias ampliassem seu poder de compra e ultrapassassem a linha de pobreza.</p>
<p>A análise indica que a melhora observada não está relacionada a mudanças recentes nos programas de transferência de renda, uma vez que os valores pagos por benefícios sociais permaneceram sem alterações no período considerado. Dessa forma, o desempenho do mercado de trabalho aparece como o elemento central para explicar a evolução dos indicadores sociais.</p>
<p>Renda média bate recorde nas metrópoles</p>
<p>Em 2025, a média da renda domiciliar alcançou R$ 2.766 por pessoa, estabelecendo um novo recorde para o conjunto das regiões metropolitanas pesquisadas.</p>
<p>Apesar do avanço, o número de brasileiros vivendo em situação de vulnerabilidade ainda é significativo. Cerca de 15,2 milhões de pessoas permaneciam em condição de pobreza, com renda mensal de até R$ 729 por integrante da família.</p>
<p>Dentro desse grupo, aproximadamente 2,6 milhões de pessoas enfrentavam a extrema pobreza, sobrevivendo com até R$ 229 mensais por pessoa. Embora os números ainda sejam elevados, a taxa de extrema pobreza caiu para 3,2%, um dos menores níveis já registrados nas metrópoles brasileiras.</p>
<p>Embora a pobreza tenha diminuído, a concentração de renda segue sendo um dos principais desafios sociais do país. O estudo mostra que os 10% mais ricos receberam, em média, 16,1 vezes mais do que os 40% mais pobres em 2025.</p>
<p>O indicador de desigualdade também apresentou nível elevado. Isso demonstra que os ganhos econômicos não foram distribuídos de forma uniforme entre os diferentes grupos da população.</p>
<p>O nível de escolaridade pode ser um dos fatores que contribui para a manutenção da realidade de diferenças de remuneração no mercado de trabalho e o acesso desigual aos rendimentos provenientes de investimentos financeiros.</p>
<p>“Para os mais ricos, o mercado de trabalho tem efeito especial. Eles estão nas ocupações de maior remuneração, pois são aquelas de maior escolarização”, afirma o economista e sociólogo, professor do Programa de Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisador do<br />
Observatório das Metrópoles, Marcelo Ribeiro.</p>
<p>Diferenças regionais reforçam desigualdades históricas</p>
<p>O estudo revela ainda que a pobreza e a desigualdade apresentam forte componente territorial. Regiões metropolitanas localizadas no Norte e no Nordeste registram, proporcionalmente, maiores índices de vulnerabilidade social quando comparadas às áreas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.</p>
<p>As disparidades também aparecem na renda média da população. Enquanto o Distrito Federal apresentou renda domiciliar per capita média de R$ 4.401, a região metropolitana de São Luís registrou média de R$ 1.616, evidenciando diferenças significativas entre os centros urbanos brasileiros.</p>
<p>Os dados mostram que a diminuição da pobreza não elimina automaticamente a desigualdade de renda. O desafio permanece em criar condições para que o crescimento econômico seja acompanhado por uma distribuição mais equilibrada dos ganhos entre os diferentes segmentos da população.</p>
<p>Com informações: portal Agência Brasil</p>
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		<title>Na OIT, ministro do Trabalho defende regulação da IA, redução da jornada e sindicatos fortes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sintralavsp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 15:35:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (10), durante participação na 114ª Conferência Internacional do Trabalho realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou a necessidade de garantir que os avanços tecnológicos estejam a serviço da melhoria das condições de vida dos trabalhadores. Em seu discurso, o líder da pasta abordou temas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (10), durante participação na 114ª Conferência Internacional do Trabalho realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou a necessidade de garantir que os avanços tecnológicos estejam a serviço da melhoria das condições de vida dos trabalhadores.</p>
<p>Em seu discurso, o líder da pasta abordou temas como inteligência artificial (IA), redução da jornada de trabalho, valorização do emprego formal e fortalecimento do diálogo social. Esteve presente uma delegação da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) acompanhando o momento.</p>
<p>Inteligência artificial e trabalho decente</p>
<p>Ao comentar o relatório apresentado pela direção da OIT sobre inteligência artificial e trabalho decente, Marinho ressaltou que os impactos das novas tecnologias sobre o mercado de trabalho não são inevitáveis, mas que dependem das decisões políticas e institucionais adotadas pelos países.</p>
<p>Segundo o ministro, o crescimento acelerado da inteligência artificial e dos sistemas de gestão baseados em algoritmos traz oportunidades para aumentar a produtividade. No entanto, também levanta preocupações sobre a intensificação do ritmo de trabalho, à redução da privacidade dos trabalhadores e ao agravamento das desigualdades sociais e digitais.</p>
<p>Marinho defendeu políticas públicas voltadas à democratização do acesso à tecnologia e à qualificação profissional, destacando iniciativas desenvolvidas pelo Ministério do Trabalho em parceria com empresas para preparar trabalhadores para as transformações do mercado.</p>
<p>Ganhos tecnológicos e redução da jornada</p>
<p>Para o ministro, o aumento da produtividade deve refletir em melhor qualidade de vida aos trabalhadores, preservando sua autonomia e dignidade.</p>
<p>“O Brasil traz a Genebra uma posição firme e alinhada às premissas de uma transição verdadeiramente humana. Defendemos que os ganhos de produtividade proporcionados pela inteligência artificial e pela automação não sirvam apenas para concentrar capital, mas que sejam revertidos em benefícios diretos para a classe trabalhadora. E a forma mais justa de distribuir essa riqueza tecnológica é garantir aos trabalhadores um salário digno, acesso à tecnologia e tempo. Um bom e justo ambiente de trabalho gera qualidade e produtividade”, afirmou.</p>
<p>Marinho destacou a discussão sobre a redução da jornada de trabalho, associando a pauta à necessidade de proteger a saúde mental dos trabalhadores diante das transformações tecnológicas e produtivas, apontando como um tema cada vez mais relevante nas relações de trabalho.</p>
<p>Segundo ele, os resultados alcançados nos últimos anos demonstram que crescimento econômico e proteção trabalhista podem caminhar lado a lado. A formalização do trabalho foi apresentada como um instrumento fundamental para ampliar direitos, fortalecer a proteção social e impulsionar a economia.</p>
<p>“O debate que hoje mobiliza a sociedade brasileira está em torno da redução da jornada. O governo do presidente Lula encaminhou e a Câmara já aprovou. Isto é o reflexo exato do que este relatório discute: a necessidade de garantir a saúde mental, o descanso, a convivência familiar e a qualidade de vida em um século que produz mais e de forma mais rápida. A tecnologia deve trabalhar para libertar o ser humano, não para escravizá-lo a uma lógica de vigilância ininterrupta e exaustão física e mental”, defendeu.</p>
<p>Sindicatos e diálogo social</p>
<p>Ao encerrar sua fala, o ministro enfatizou que as transformações no mundo do trabalho exigem diálogo permanente entre governos, trabalhadores e empregadores, defendendo o fortalecimento dos sindicatos, da negociação coletiva e das instituições democráticas como instrumentos capazes de garantir que os benefícios do progresso tecnológico sejam distribuídos de forma mais equilibrada.</p>
<p>Para ele, a participação social e o diálogo tripartite são fundamentais para construir soluções duradouras.</p>
<p>“Transformações e conquistas só são possíveis através de duas ferramentas indispensáveis: o diálogo social amplo e a defesa intransigente da democracia. Não há justiça social onde as instituições são enfraquecidas e onde a voz dos trabalhadores é silenciada. O fortalecimento dos sindicatos, a negociação coletiva e o respeito à pluralidade são as garantias de que o progresso tecnológico servirá ao bem comum. Com isso em vista, realizamos, no brasil, depois de muito tempo, a conferência nacional do trabalho, que teve como resultado um compromisso construído de maneira tripartite”, completou Luiz Marinho.</p>
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		<title>Votação de projeto do governo sobre fim da escala 6×1 na Câmara pode determinar pauta no Senado</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:50:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados inicia nesta semana o andamento do Projeto de Lei 1.838/2026, do governo federal, que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1. A proposta tramita em regime de urgência e, por não ter sido apreciada dentro do prazo previsto, passou a limitar as deliberações. Atualmente o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados inicia nesta semana o andamento do Projeto de Lei 1.838/2026, do governo federal, que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1. A proposta tramita em regime de urgência e, por não ter sido apreciada dentro do prazo previsto, passou a limitar as deliberações.</p>
<p>Atualmente o plenário está impedido de avançar em diversas pautas até que o texto seja analisado. Com a aprovação do PL na Câmara a pressão contra o Senado deve aumentar, já que a casa ainda não definiu um cronograma para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o mesmo tema.</p>
<p>Detalhes sobre o PL do governo</p>
<p>O texto apresentado pelo governo estabelece mudanças na organização da jornada semanal, prevendo limite de 40 horas de trabalho e dois dias de descanso por semana. A proposta possui conteúdo semelhante ao da PEC 221/2019, já aprovada pelos deputados anteriormente, mas se diferencia por tramitar em regime de urgência.</p>
<p>A votação tem potencial para influenciar o debate nacional sobre condições de trabalho. Além disso, a aprovação do projeto poderá acelerar sua análise no Senado, onde o assunto ainda aguarda definição de cronograma.</p>
<p>Caso a matéria avance na Câmara, o Senado também passará a ter prazo para deliberar sobre o tema, aumentando a pressão para que a discussão seja concluída nas duas Casas Legislativas.</p>
<p>A estratégia da presidência da Câmara é resolver pendências legislativas antes do início do recesso parlamentar, previsto para julho. A preocupação está relacionada ao calendário político do segundo semestre, quando parte significativa dos parlamentares tende a concentrar esforços em atividades eleitorais nos estados.</p>
<p>Com a expectativa de redução do ritmo das votações nos próximos meses, lideranças da Casa buscam acelerar a análise de projetos considerados prioritários para evitar que fiquem paralisados até o próximo período legislativo.</p>
<p>Inteligência Artificial está entre as prioridades</p>
<p>Além do tema da redução da jornada de trabalho, também pode avançar nesta semana o projeto que cria regras para o desenvolvimento e uso da Inteligência Artificial (IA) no Brasil.</p>
<p>A iniciativa estabelece diretrizes para empresas que desenvolvem tecnologias de IA e prevê mecanismos de supervisão e governança para garantir o uso responsável dessas ferramentas. O texto também cria uma estrutura nacional voltada à regulação do setor, tema que ganha relevância diante da expansão acelerada dessas tecnologias em diferentes áreas da economia e da sociedade.</p>
<p>Como o projeto já passou pelo Senado, eventuais alterações feitas pelos deputados poderão exigir uma nova análise pelos senadores.</p>
<p>Mudanças para os Microempreendedores Individuais</p>
<p>O texto que prevê alterações significativas para os Microempreendedores Individuais (MEIs) será discutido pela Câmara e amplia o limite anual de faturamento permitido para a categoria, elevando o teto para R$ 130 mil.</p>
<p>A proposta autoriza que o empreendedor possa contratar até dois empregados, ampliando a capacidade de crescimento dos pequenos negócios formalizados.</p>
<p>A medida é acompanhada com atenção por entidades ligadas ao setor produtivo, que defendem ajustes nas regras para acompanhar a evolução econômica dos pequenos negócios.</p>
<p>Produtores rurais e combustíveis</p>
<p>A proposta em questão cria mecanismos especiais para renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos e dificuldades econômicas ocorridos nos últimos anos, prevendo linhas específicas de refinanciamento e utilização de recursos de fundos públicos para viabilizar a medida.</p>
<p>Também está no radar da Câmara o chamado projeto dos combustíveis, que busca reduzir a carga tributária incidente sobre produtos como gasolina e etanol. A proposta foi apresentada com o objetivo de amenizar impactos econômicos relacionados às oscilações internacionais do mercado de energia.</p>
<p>Com uma pauta extensa e o prazo reduzido antes do recesso parlamentar, a votação do projeto sobre jornada de trabalho se tornou essencial para definir o ritmo das próximas decisões do Congresso.</p>
<p>Com informações: CNN Brasil</p>
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